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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Silas Malafaia muda seu voto e diz porque não vota em Marina




NÃO VOTO MAIS EM MARINA E DIGO POR QUÊ

Pior do que o ímpio é um cristão que dissimula. Eu queria entender como uma pessoa que
se diz cristã, membro da Assembleia de Deus, afirma que se for eleita presidente do Brasil
vai convocar um plebiscito para que o povo decida se aprova ou não o aborto, ou se
aprova ou não o uso da maconha.
Marina precisa aprender com a ex-senadora Heloísa Helena, católica praticante e
pertencente a um partido ultrarradical. Heloísa Helena declarou peremptoriamente: “Sou
contra o aborto!” Na audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara
dos Deputados, deu um verdadeiro show, não apenas à luz de questões religiosas, como
também científicas. Ela mostrou a desgraça, a mazela, e uma das coisas que mais
aborrecem a Deus: a força dos poderosos contra os indefesos.
Ao propor plebiscito, Marina está “jogando para a torcida”, para ficar bem com os que são
contra e com os que são a favor. SAI DE CIMA DO MURO, MINHA IRMÃ! QUE
PLEBISCITO COISA NENHUMA! O povo brasileiro não tem todas as informações
necessárias para decidir esta questão de maneira isenta. Temos toda a mídia a favor dessa
nojeira do aborto. Com certeza vão jogar pesado para influenciar.
Cultivar uma vida cristã significa ser radical. Radical contra o pecado, contra esse sistema
mundano dirigido pelo diabo. Como diz a Bíblia, não vos conformeis com este mundo, mas
transformai-vos pela renovação do vosso entendimento (Romanos 12.2).
A palavra de Marina como cristã teria de ser apenas isto: “Sou contra o aborto e a
legalização da maconha”. Como faltaram convicção e firmeza em suas declarações, uma
vez que o cristão tem de “mostrar a cara” posicionando-se de forma categórica contra o
pecado, Marina perdeu meu voto. Já que não tenho tantas opções, votarei em Serra para
presidente.
Infelizmente, Marina não nega suas raízes petistas.
Silas Malafaia
Pastor

Fonte : http://www.vitoriaemcristo.org.br/_gutenweb/_site/pdf/carta_mudanca_voto.pdf

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Big Brother planejado desde 1984





O livro 1984, de George Orwell, é uma metáfora sobre o poder e as sociedades modernas. O mais famoso, polêmico e estrondoso dos livros de George Orwell foi escrito dois anos antes da morte do autor. Tuberculoso, sabendo que o fim se aproximava, lutou contra o tempo para colocar no papel sua visão de um mundo que o desapontava e caminhava perigosamente para o oposto de todos os sonhos de fraternidade e solidariedade. George Orwell escreveu-o animado de um sentido de urgência, para avisar os seus contemporâneos e as gerações futuras do perigo que corriam, e lutou desesperadamente contra a morte para poder acabá-lo.

O livro é considerado uma das mais citadas antiutopias literárias, junto com Fahrenheit 451, Admirável Mundo Novo e Laranja Mecânica. Nele é retratada uma sociedade onde o Estado é onipresente, com a capacidade de alterar a história e o idioma, de oprimir e torturar o povo e de travar uma guerra sem fim, com o objetivo de manter a sua estrutura inabalada. O chefe supremo do Partido, o Grande Irmão (Big Brother no original em inglês), vigia os indivíduos e mantém um sistema político cuja coesão interna é obtida não só pela opressão, mas também pela construção de um idioma totalitário que, quando completo, impediria a expressão de qualquer opinião contrária ao Partido.

Na sociedade descrita por Orwell, todos as pessoas estão sob constante vigilância das autoridades, principalmente através das "teletelas" (dispositivo assemelhado a uma televisão, através do qual o Estado vigia cada cidadão). A descrição física do "Grande Irmão" (Big Brother) assemelha-se a Josef Stalin (ex-líder da União Soviética), e a propaganda do estado constantemente lembra aos indivíduos: "o Grande Irmão zela por ti" ou "o Grande Irmão está te observando". O conceito do livro transposto para a sociedade moderna retrata o domínio das massas pelas mídias, principalmente pela televisão, que controla a cultura da maior parte da população como um pastor controla um rebanho, e conduz os costumes do povo da forma que melhor lhe convier.

"Se você quer uma imagem do futuro, imagine uma bota prensando um rosto humano para sempre." (George Orwell)




Fonte:

http://tigredefogo.blogspot.com/2008/02/big-brother-1984-george-orwell-livro.html

A manipulação no futebol copa do mundo 2014

sábado, 4 de setembro de 2010

Vote contra PL122 PNDH3 e leis a favor do aborto !!!




Veja a idéias de seus candidatos e não vote errado !!!

Por Roldão Arruda

O nome de Marina Silva, pré-candidata do PV à Presidência da República, figurou ontem com destaque em sites e blogs gays de todo o País. Foi por causa das declarações que deu, em entrevista, contra o casamento gay.

Não tem jeito. Entra eleição e sai eleição e o assunto continua sempre causando algum tipo de embaraço aos políticos, assim como o aborto e a maconha ­– os chamados temas delicados de campanha. Eles sabem disso e, sempre que podem, fogem deles. Se alguém pergunta ao candidato sobre economia, ele tem prazer em se alongar na resposta, mostrar seu cabedal e propostas. Se a pergunta for, porém, sobre o fim da criminalização do aborto, a resposta será curta e, de preferência, não muito definitiva.

É sabido que quanto mais o candidato se alongar, maior a chance de pisar no calo de uma parte do eleitorado. Se defender o aborto, agrada feministas, setores da área de saúde pública, parte do mundo acadêmico e algumas cabeças livre pensantes; mas também corre o sério risco de despertar a ira em grupos religiosos e afastar o eleitorado mais conservador.

Marina tentou agradar os dois lados. De olho no eleitorado gay, garantiu que é favorável à união civil entre homossexuais. E, com o outro olho no eleitorado evangélico, afirmou que não pode aceitar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, porque se trata de um sacramento.

Parece politicamente correto. Mas não é. A candidata do PV confunde religião com Estado. Os gays não estão reivindicando sacramento religioso, mas sim direitos iguais aos de outros cidadãos perante o Estado – que, no caso brasileiro, é laico e não religioso, como ocorre no Irã. Eles sabem que a união civil é mais limitada do ponto de vista legal do que o casamento em cartório civil que está ao alcance dos heterossexuais.

José Serra, do PSDB, já deu resposta mais elegante e afiada sobre o mesmo assunto. Quando concorreu à Presidência pela primeira vez, em 2002, ao ser indagado sobre o projeto de lei que propõe a união civil entre homossexuais, eles disse sem pensar duas vezes: “O Estado não deve se intrometer na vida das pessoas.”

Pode-se dizer a favor de Marina que ele está situada, do ponto de vista dos interesses dos homossexuais, anos-luz à frente de Anthony Garotinho – político e evangélico como ela. Naquele mesmo ano de 2002, concorrendo como Serra à Presidência, pelo PSB, ele atacou frontalmente o projeto de união civil e outros direitos dos homossexuais, açulando os setores evangélicos mais conservadores. “Eu, pessoalmente, não sou frango”, fez questão de frisar o ex-governador do Rio, em tom debochado, numa entrevista, para afastar dúvidas sobre sua orientação sexual.

Grosserias e gafes são comuns nesse território. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já protagonizou algumas. Nos anos 70 disse em entrevista que não existiam homossexuais no meio dos operários. Em 2006, em Pelotas, no Rio Grande do Sul, deixou escapar que a cidade era um “pólo exportador de veados” (falou como uma gracinha, uma piada entre amigos, sem saber que estava sendo gravado).

Grosserias e gafes à parte, o partido do presidente, o PT, foi o primeiro a tratar abertamente em seu programa da questão da defesa dos direitos dos homossexuais. E Lula, em seus dois mandatos, seguiu o que estava no programa. Entre outras coisas, organizou a primeira 1.ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, em Brasília. Na ocasião, vestiu o boné usado pelos participantes do encontro e discursou contra o preconceito e a favor da igualdade de direitos.

O antecessor de Lula já havia aberto a trilha. Na segunda edição do Programa Nacional de Direitos Humanos, de 2002, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) tratou pela primeira vez dos direitos dos homossexuais. Na cerimônia de lançamento do programa, quando um gay pôs nas mãos de Fernando Henrique uma bandeira do arco-íris, ele não a escondeu: abriu e exibiu para os participantes do encontro.


Fonte : http://blogs.estadao.com.br/radar-politico/2010/06/02/curiosidade-das-eleicoes-o-casamento-gay-e-os-candidatos/

Veja também:

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/06/06/parada-gay-ganha-tom-politico-mas-presideciaveis-nao-aparecem.jhtm


http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=16026

http://www.gazetanews.com/local_noticia.php?cd_noticia=6855





Veja também :

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